Consórcio e financiamento levam ao mesmo veículo por contas bem diferentes. A gente monta as duas, com o custo total de cada uma, e mostra qual faz sentido para o seu momento.

A escolha quase nunca é sobre qual é melhor. É sobre quando você precisa do veículo e quanto a parcela pode pesar sem atrapalhar o resto.
Sem juros, com taxa de administração e fundo de reserva. Parcela menor e, quando a contemplação chega, você compra à vista, o que costuma render desconto na negociação.
Você sai dirigindo. Em troca, paga juros pelo prazo todo e normalmente precisa de entrada. É o caminho de quem precisa do veículo para trabalhar agora.
Consórcio é muito usado para renovar frota sem tirar dinheiro do caixa de uma vez. Dá para ter várias cotas e programar a troca dos veículos ao longo dos anos.

Comparar parcela com parcela é o erro mais comum. O que importa é quanto sai do seu bolso até o último pagamento.
Duas parcelas parecidas escondem diferenças grandes no fim. A conta que a gente entrega é a do total pago, com prazo e taxas somados.
Quem usa o carro para trabalhar amanhã e quem quer trocar daqui a dois anos não escolhem entre as mesmas opções.
Dinheiro, o veículo atual como parte do pagamento ou nada ainda. Cada origem muda o que é possível e o que dá para negociar na hora da compra.
No financiamento o veículo fica alienado e responde pela dívida. No consórcio, atraso pode tirar você da assembleia. São consequências diferentes, e vale conhecer as duas antes.
Veículo financiado costuma exigir seguro, e ele pesa no orçamento mensal. Como a gente também é corretora de seguros, essa parte da conta entra desde o começo, e não como surpresa depois.
Em veículo quase tudo se resolve numa pergunta: você precisa dirigir amanhã ou consegue esperar? A mecânica dos dois caminhos responde o resto.
Simulação qualquer site faz em trinta segundos. O trabalho é entender o seu momento e dizer qual caminho não vai te apertar daqui a um ano.
Para quando você precisa, quanto tem hoje, quanto cabe por mês e o que acontece na sua vida se a parcela apertar.
Cada caminho com o custo total até o fim, não só a parcela. Inclusive quando a resposta certa é esperar mais um pouco.
Documentação, envio para análise, assinatura e acompanhamento de cada etapa. A aprovação do crédito é decisão do banco ou da administradora, e a gente conduz o processo até a resposta. Você acompanha, a gente executa.
Assembleia, estratégia de lance, contemplação e a papelada da entrega. É a parte mais longa, e é onde a maioria some.

É ele que monta as contas lado a lado, explica o que cada caminho custa até o fim e diz quando nenhum dos dois faz sentido agora. Essa conversa costuma durar mais que a venda, e é de propósito.
Depois da assinatura, é ele que acompanha o grupo, avisa das assembleias, ajuda a montar o lance e conduz a documentação até a chave na mão.
Avaliações de quem já passou por todo o processo, não só de quem assinou.
A simulação é gratuita e não tem compromisso. Você recebe os dois caminhos lado a lado, com o custo total de cada um, e decide no seu tempo.